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Cidade do Alasca só voltará a ver a luz do sol no ano que vem

Entre o final de novembro até o fim de janeiro, o sol não nasce ao norte do Círculo Ártico, devido à inclinação da Terra longe da luz solar direta.

Entre o final de novembro até o fim de janeiro, o sol não nasce ao norte do Alasca, devido à inclinação da Terra longe da luz solar direta.

Entre o final de novembro até o fim de janeiro, o sol não nasce ao norte do Alasca, devido à inclinação da Terra longe da luz solar direta.

Muito longe do sol forte que brilha no Rio de Janeiro ou nas praias do litoral catarinense, os moradores da pequena cidade de Utqiagvik, localizada no norte do Alasca, só voltarão a ver o Sol em 23 de janeiro do ano que vem. Isto porque o norte do estado norte-americano está situado no Círculo Polar Ártico, onde ocorre o fenômeno da noite polar. O fênomeno acontece anualmente, e a cidade é o primeiro lugar do Alasca a ser afetado, devido à sua localização no extremo norte.

O Alasca é um local um pouco inóspito. E já foi coadjuvante de histórias curiosas, como já falamos aqui no blog da Traduzca. A curiosidade, nesse caso, é que a noite polar normalmente acontece durante 24 horas. Porém, para os “alaskans”, como são chamados os moradores do Alasca, o fenômeno terá duração de dois meses. A partir do final de novembro até o fim de janeiro, o sol não nasce ao norte do Círculo Ártico, devido à inclinação da Terra longe da luz solar direta.

Localizada a 530 km acima da linha que delimita o Círculo Ártico, Utqiagvik não ficará, no entanto, em penumbra total. Um fenômeno chamado crepúsculo civil, que ocorre quando o sol está a seis graus abaixo da linha do horizonte, cria uma pequena iluminação permitindo que haja um pouco de luz para os moradores da cidade.

Embora o cenário pareça assustador, muitos destacam uma vantagem, ou, desvantagem que a maioria dos lugares no mundo não tem: quando o verão chega a esta pequena cidade no Alasca, seus habitantes podem desfrutar de 80 dias seguidos sem pôr do sol. Esse fenômeno é chamado de Sol da meia-noite.

Cidades sem luz do sol

Do ponto de vista científico, o Sol brilha sem parar, mesmo quando não o podemos ver, porque seus raios estão dispersos em meio às nuvens. O poder dele é impressionante porque, além de esquentar, faz com que nos sintamos melhores, com mais vida e melhor dispostos.

Porém, algumas cidades do mundo já se acostumaram a não esperar que o sol apareça. É por isso que, quando as nuvens vão embora e os primeiros raios aparecem, as pessoas ficam super felizes, como se estivessem em uma festa. É o caso das cidades de Juneau, capital do Alasca, Kiruna, na Suécia, Reikiavik, na Islândia, Murmansk, na Rússia, Tórshavn, na Dinamarca e de Rjukan, na Noruega. Esta última, por se situar entre duas montanhas, não vê o Sol durante seis meses. Por isso, técnicos instalaram espelhos para refletir a luz solar para a cidade.

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