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Atingido por fogo em 2018, o Museu Nacional do Rio de Janeiro vira brinquedo

Um dos fatos que marcou 2018 foi, certamente, o incêndio no Museu Nacional do Rio de Janeiro, em setembro. O fogo consumiu quase 20 milhões de itens que estavam em exposição ou armazenados no interior do prédio, que ficou completamente destruído. Desde então, várias ações surgiram para tentar reerguer ou recuperar o que foi perdido devido às chamas, mas uma iniciativa busca manter vivo o imaginário do museu entre os amantes de um dos brinquedos mais famosos do mundo.

A empresa dinamarquesa Lego, responsável pela produção dos famosos blocos plásticos em que crianças e jovens montam e constroem vários tipos de estruturas, abriu votação popular para definir a comercialização de uma representação do prédio, atingido pelo fogo. Para que o brinquedo temático entre definitivamente no catálogo da marca, a proposta precisa de 10 mil apoios.

Na carta de apresentação, os idealizadores do projeto dizem que a previsão para a reconstrução do Museu Nacional é de 20 anos e questionam: “Como continuar inspirando o principal público do Museu Nacional, as crianças, durante este meio tempo?” A ideia é “deixar o Museu Nacional vivo no imaginário”, reconstruindo “tijolo a tijolo e ressaltando a sua importância histórica”, completa a nota.

Mais de nove mil pessoas já participaram da ação, contribuindo para que o projeto seja comercializado pela Lego. O prazo para votação vai até agosto de 2020, e a votação pode ser feita pela página de ideias da empresa. Se o brinquedo entrar no catálogo, toda a verba arrecadada com a venda será revertida para a reconstrução do Museu Nacional do Rio de Janeiro.

Quando o museu pegou fogo, em setembro de 2018, falamos aqui no blog da Traduzca sobre alguns itens do acervo do museu. Para relembrar, clique aqui.

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