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Cédula de 100 mil dólares segue valendo nos Estados Unidos

Quanto dinheiro você consegue carregar na carteira? Com um ou mais cartões é possível levar qualquer quantia para todos os lugares, não é mesmo? Mas, agora, imagine fazer uma transação financeira com uma cédula de 100 mil dólares. Você não leu errado, e isso já aconteceu nos Estados Unidos, que neste 4 de julho celebra os 243 anos da Declaração de Independência do país frente ao Império Britânico.

A cédula de 100 mil dólares foi emitida entre 18 de dezembro de 1934 e 9 de janeiro de 1935, durante o período da grande depressão norte-americana, e é a de maior valor já disponibilizada até hoje. Elas não foram usadas por pessoas comuns, apenas por bancos, para facilitar transações de grandes somas financeiras. Ao todo, foram impressos 42 mil exemplares, que ficaram em circulação até a década de 1960, quando a maioria foi destruída pelo governo dos Estados Unidos. As que resistiram estão sob poder do Federal Reserve e de museus.

Outras cédulas de grande valor também já foram impressas pelo Federal Reserve, o banco central norte-americano. Há registros de notas de 500, 1.000, 5.000 e 10 mil dólares que, assim como a de 100 mil dólares, continuam valendo de acordo com a constituição, mesmo não circulando mais há muito tempo. As moedas de grande valor pararam de circular quando a tecnologia foi inserida no mercado financeiro, e as transações eletrônicas começaram a se tornar cada vez mais comuns.

A cédula de 100 mil dólares traz o rosto de Woodrow Wilson, o 28º presidente dos Estados Unidos, na efígie, além da inscrição “Certificado de Ouro”, pois o Tesouro Nacional norte-americano guardava nos cofres o mesmo valor em ouro. Nesta mesma data, em 2018, falamos aqui no blog da Traduzca sobre os rostos que ilustram as cédulas de Dólar.