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Conheça a história do Outubro Rosa

De acordo com dados recentes do Instituto Nacional de Câncer, projeta-se cerca de 59.700 novos casos de câncer de mama no Brasil por ano. O número indica que a cada 100 mil mulheres, cerca de 56 desenvolvem a condição.

De acordo com dados recentes do Instituto Nacional de Câncer, projeta-se cerca de 59.700 novos casos de câncer de mama no Brasil por ano. O número indica que a cada 100 mil mulheres, cerca de 56 desenvolvem a condição.

De acordo com dados recentes do Instituto Nacional de Câncer, projeta-se cerca de 59.700 novos casos de câncer de mama no Brasil por ano. O número indica que a cada 100 mil mulheres, cerca de 56 desenvolvem a condição.

O mês de Outubro, nos últimos anos, tem ganhado a tonalidade rosa. Muitos já sabem o motivo: a prevenção contra o câncer de mama e a conscientização. Mas você conhece a história de como surgiu a ideia da campanha?

De acordo com dados recentes do Instituto Nacional de Câncer, projeta-se cerca de 59.700 novos casos de câncer de mama no Brasil por ano. O número indica que a cada 100 mil mulheres, cerca de 56 desenvolvem a condição. Os dados alarmantes posicionam a neoplasia como a segunda que mais acomete mulheres em todo o mundo. Diante da realidade, a melhor medida continua sendo a prevenção.

O Outubro Rosa não foi exatamente instituído por uma pessoa. No fim do século XX, alguns estados americanos promoviam ações isoladas de conscientização sobre a doença e, aos poucos, as iniciativas foram amplificadas e ganharam visibilidade, até o Congresso Americano oficializar o mês como a data de prevenção ao câncer de mama.

No Brasil, a primeira ação da qual se tem conhecimento aconteceu em 2002, no parque Ibirapuera, em São Paulo. O Obelisco do Ibirapuera foi iluminado de rosa por um grupo de mulheres simpatizantes com a causa.

Símbolo do Outubro Rosa: Laço Cor-de-Rosa

Mundialmente conhecido, o laço cor-de-rosa é o símbolo da luta contra o câncer de mama. Inicialmente, os laços começaram a ser usados nos Estados Unidos, na década de 70, por Lenney Laingen, uma mulher cujo marido era mantido como refém no Irã. Esses laços, de cor amarela, foram pendurados por ela e seus amigos em algumas árvores com o objetivo de trazer seu marido de volta para casa.

A ideia de laços conscientizadores se popularizou e, nos anos 90, era a vez do câncer de mama receber sua própria fita. Durante a Corrida pela Cura de Nova York de 1991, foram distribuídos laços cor-de-rosa para todos os participantes e, a partir daí, a campanha se popularizou em todo o mundo.

O câncer de mama

Sendo o segundo tumor que mais atinge as mulheres no Brasil e no mundo, de acordo com o Instituto Nacional de Câncer, o tumor na mama é um mal que acomete boa parte das mulheres. Ele surge quando há uma mutação genética em alguma célula, o que causa a multiplicação de células anormais. Tal multiplicação forma um tumor que pode crescer muito rapidamente, mas também pode desenvolver-se lentamente.

“Um tumor de até 5 milímetros e no máximo 1 centímetro tem uma chance de cura acima de 95%. Nos casos mais críticos em que a doença já se espalhou para o resto do corpo, a chance de cura é menor que 4%”, explica o médico Ricardo Caponero, presidente do Conselho Científico da Femama.

Alguns fatores podem aumentar as chances de desenvolver o câncer, como ter menstruado antes dos 12 anos de idade, não ter filhos, ter engravidado pela primeira vez após os 30 anos, não ter amamentado, ter feito reposição hormonal, entre outros.



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