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Dicas para não se perder na hora de usar ou não o hífen

Seja no ambiente de trabalho ou numa simples mensagem para um amigo, a dúvida sobre o uso do hífen sempre pode aparecer. Porém, existem casos mais fáceis e que podem ser utilizados com mais facilidade. Veja abaixo alguns exemplos de como é possível entender algumas regras.

01-hifen
• Não se utiliza hífen nas seguintes situações:
1. Quando o prefixo termina em vogal diferente da vogal com que se inicia o segundo elemento. Exemplos: aeroespacial, agroindustrial, anteontem, antiaéreo, autoescola, autoestrada, semiaberto, semianalfabeto, coautor e extracurricular.
Exceção: o prefixo co aglutina-se em geral com o segundo elemento, mesmo quando este se inicia por o: coobrigar, coobrigação, coordenar, cooperar, cooperação, cooptar, coocupante e etc.

2. Quando o prefixo termina em vogal e o segundo elemento começa por consoante diferente de r ou s. Exemplos: anteprojeto, antipedagógico, autopeça, autoproteção, coprodução, geopolítica, microcomputador, pseudoprofessor, semicírculo, semideus, seminovo e ultramoderno.
Exceção: com o prefixo vice, usa-se sempre o hífen. Exemplos: vice-rei, vice-almirante, vice-versa e etc.

3. Quando o prefixo termina em vogal e o segundo elemento começa por r ou s. Neste caso, duplicam-se as letras. Exemplos: antirrábico, antirracismo, antirreligioso, antirrugas, antissocial, biorritmo, contrarregra, contrassenso, cosseno, infrassom, microssistema, minissaia, multissecular, neorrealismo, neossimbolista, semirreta, ultrarresistente e ultrassom.
Exceção: guarda-roupa, apesar de terminar com vogal e o segundo elemento começar com r neste caso não se usa guardarroupa, o r não se duplica, porque guarda não é um prefixo é uma palavra, uma forma verbal e portanto, fora desta regra.

4. Quando o prefixo termina em consoante, não se usa o hífen se o segundo elemento começar por vogal. Exemplos: hiperacidez, hiperativo, interescolar, interestadual, interestelar, interestudantil, superamigo, superaquecimento, supereconômico, superexigente, superinteressante e superotimismo.
Com os prefixos ex, sem, além, aquém, recém, pós, pré, pró, usa-se sempre o hífen.

5. Não se utiliza o hífen em palavras que perderam a noção de composição. Exemplos: girassol, mandachuva, paraquedas, paraquedista e pontapé.

• Se utiliza o hífen nas seguintes situações:
1. Com prefixos, usa-se sempre o hífen diante de palavra iniciada por h. Exemplos: anti-higiênico, anti-histórico, sobre-humano, super-homem, mini-hotel.

2. Quando o prefixo termina em vogal, usa-se o hífen se o segundo elemento começar pela mesma vogal. Exemplos: anti-ibérico, anti-imperialista, anti-inflacionário, anti-inflamatório, auto-observação, contra-almirante, contra-atacar, contra-ataque, micro-ondas, micro-ônibus, semi-internato e semi-interno.

3. Quando o prefixo termina em consoante, usa-se o hífen se o segundo elemento começar pela mesma consoante. Exemplos: hiper-requintado, inter-racial,inter-regional, sub-bibliotecário,super-racista, super-reacionário,super-resistente e super-romântico.
Nos demais casos, não se usa o hífen. Exemplos: hipermercado, intermunicipal, superinteressante, superproteção.

• Com o prefixo sub, usa-se o hífen também diante de palavra iniciada por r: sub-região, sub-raça etc. Com os prefixos circum e pan, usa-se o hífen diante de palavra iniciada por m, n e vogal: circum-navegação, pan-americano e etc.

4. Com os prefixos ex, sem, além, aquém, recém, pós, pré, pró, usa-se sempre o hífen. Exemplos: além-mar, além-túmulo, aquém-mar, ex-aluno, ex-diretor, ex-hospedeiro, ex-prefeito, ex-presidente, pós-graduação, pré-história, pré-vestibular, pró-europeu, recém-casado, recém-nascido e sem-terra.



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