Entenda como são escolhidos os nomes de furacões
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Entenda como são escolhidos os nomes de furacões

As tabelas de nomes de furacões são fixas e reutilizadas de seis em seis anos, que não é utilizada em raras exceções.

As tabelas de nomes de furacões são fixas e reutilizadas de seis em seis anos, que não é utilizada em raras exceções.

A temporada de furacões no Atlântico, que vai de junho a novembro, já foi palco de muitos desastres. Em 2005 foi o Katrina, em 2012 o Sandy e, mais recentemente, o furacão Irma, que assolou as ilhas do Caribe. Mas você já se perguntou como são escolhidos os nomes desses furacões?

O hábito, que começou em 1953, surgiu para facilitar a divulgação de alertas de ventos acima de 119km/h. A lista é anual, padronizada por uma agência das Nações Unidas em Genebra e segue uma ordem alfabética com nomes populares, começando pela letra “A” até nomes com a letra “Z”. Em 2017, por exemplo, a primeira tempestade tropical se chamava Arlene e o último nome da lista é Whitney. Já em 2018 as possibilidades vão de Alberto a William.

As tabelas de nomes são fixas e reutilizadas de seis em seis anos. A exceção se dá quando um destes furacões é forte o suficiente para marcar a memória das pessoas; assim, o nome é descartado. Ou seja, nunca mais terá nenhum furacão Katrina.

O que é um furacão

Um furacão é uma formação de ventos em movimentação circular, em uma velocidade superior a 105 km/h e com diâmetro de centenas de quilômetros, resultante da formação de um sistema de baixa pressão sobre regiões oceânicas.

Mas como se forma um furacão? Os furacões se formam sobre regiões oceânicas. Eles surgem quando as águas dos oceanos tornam-se mais quentes – com temperaturas iguais ou superiores a 27ºC – e há um elevado índice de evaporação, com a produção de uma grande quantidade de umidade, que depois é convertida nas massas de ar que formam os furacões.

Para surgirem, portanto, os furacões precisam de águas oceânicas quentes, o que é mais comum em regiões tropicais. A exceção, talvez, tenha sido o furacão Catarina que atingiu o sul do Brasil no Atlântico Sul, em uma zona temperada, no ano de 2004. Naquela ocasião, houve uma série de anomalias que contribuiu para o aquecimento incomum das águas da região.