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6 de dezembro de 2018

Equipamento chinês usado para ouvir sons do espaço é danificado por turistas

O equipamento, localizado na Cidade da Astronomia de Pingtang, no sul da China, virou um ponto turístico, trazendo problemas para os estudos dos cientistas.

O equipamento chinês, localizado na Cidade da Astronomia de Pingtang, no sul da China, virou um ponto turístico, trazendo problemas para os estudos dos cientistas.

O equipamento chinês, localizado na Cidade da Astronomia de Pingtang, no sul da China, virou um ponto turístico, trazendo problemas para os estudos dos cientistas.

O governo chinês criou em 2016 o maior radiotelescópio do mundo, chamado de FAST. Diferente de outros aparelhos semelhantes, o equipamento chinês não é usado para observar o espaço, mas sim para captar sinais de vida inteligente fora da Terra. Com um investimento de 180 milhões de dólares, a promessa era aumentar ainda mais as possibilidades de detectar extraterrestres.

Já falamos aqui no blog da Traduzca sobre as inovações espaciais da China. Porém, essa estrutura, localizada na Cidade da Astronomia de Pingtang, no sul da China, virou um ponto turístico, trazendo problemas para os estudos dos cientistas. A utilização de dispositivos eletrônicos não costuma ser benéfica para equipamentos desse tipo, pois os radiotelescópios são usados para captar sons do espaço e outros tipos de sinal, por isso normalmente estão em áreas completamente remotas. Mas a proximidade de hotéis e a infinidade de turistas estão causando interferências no FAST.

Estima-se que aproximadamente três mil pessoas visitem o radiotelescópio chinês, que terá acesso limitado. Entretanto, uma quantidade indefinida poderá ir até a Cidade da Astronomia, que fica apenas 16 quilômetros de distância do centro urbano, sem falar dos novos moradores que a região deve ganhar, como consequência de seu desenvolvimento econômico.

Ainda assim, os responsáveis dizem que estão sendo tomadas as medidas necessárias para que o trabalho do radiotelescópio chinês não sofra interferências. A principal delas é garantir que, em um raio de 4,8 quilômetros, não seja permitido o uso de nenhum equipamento emissor de ondas de rádio.

O governo chinês trabalhou no remanejamento das famílias que moravam na região, prometendo compensação financeira, novas casas ou empregos na Cidade da Astronomia. Também foram feitas mudanças no espaço aéreo, com algumas rotas sendo alteradas. A boa notícia é que, escolhido com cuidado, o local onde está o radiotelescópio sofre menos interferências devido às montanhas ao seu redor, o que diminui consideravelmente possíveis danos ao equipamento.

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