Estudo explica a origem dos megalíticos que compõe o Stonehenge
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Estudo explica a origem dos megalíticos que compõe o Stonehenge

Um estudo publicado recentemente na revista científica Science Advances, uma das mais importantes do mundo, explica a origem dos megalíticos que compõem o Stonehenge, monumento localizado em Wiltshire, na Inglaterra. A descoberta aconteceu após análises de uma amostra do núcleo de um deles, que ficou nos Estados Unidos por mais de 60 anos e foi devolvido ao governo inglês em 2018.

Segundo o geomorfólogo David Nash, da Universidade de Brighton, que liderou a pesquisa, "as pedras sarsen compõem o icônico círculo externo e a ferradura central de trilithon (duas pedras verticais que sustentam uma pedra horizontal) em Stonehenge. São enormes". As pedras sarsen tem origem semelhante a outras pedras de um local chamado West Woods, a aproximadamente 25 km de distância do local onde o monumento foi erguido.

Segundo o geomorfólogo David Nash, da Universidade de Brighton, que liderou a pesquisa, “as pedras sarsen compõem o icônico círculo externo e a ferradura central de trilithon (duas pedras verticais que sustentam uma pedra horizontal) em Stonehenge. São enormes”. As pedras sarsen tem origem semelhante a outras pedras de um local chamado West Woods, a aproximadamente 25 km de distância do local onde o monumento foi erguido.

Apesar da descoberta da origem dos megalíticos, ainda não se sabe como eles chegaram até o local. No estudo publicado, Nash afirma que “como eles foram levados para o local ainda é objeto de especulação. Dado o tamanho das pedras, elas devem ter sido arrastadas ou transportadas em rodas para Stonehenge. Não sabemos a rota exata, mas agora pelo menos temos um ponto de partida e um ponto final”, completa.

Apesar da descoberta da origem dos megalíticos, ainda não se sabe como eles chegaram até o local. No estudo publicado, Nash afirma que "como eles foram levados para o local ainda é objeto de especulação. Dado o tamanho das pedras, elas devem ter sido arrastadas ou transportadas em rodas para Stonehenge. Não sabemos a rota exata, mas agora pelo menos temos um ponto de partida e um ponto final", completa.

O estudo foi possível após Robert Phillips, um antigo funcionário de uma empresa responsável por fazer a restauração do monumento em 1958, ter devolvido um fragmento do núcleo. À época, uma das pedras do Stonehenge estava rachada e o seu núcleo foi perfurado para que uma haste de metal fosse fixada para reforçar a estrutura. Como lembrança e com autorização, o trabalhar guardou o fragmento por mais de 60 anos nos Estados Unidos, onde morou, até 2018, quando decidiu devolver o objeto.

Com o fragmento em posse dos pesquisadores, foi possível estabelecer uma impressão digital geoquímica do sarsen do qual ela foi tirada. Na pesquisa publicada, Nash espera que a descoberta de sua equipe “permita que as pessoas entendam mais sobre o enorme esforço envolvido na construção de Stonehenge”.



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