Exemplar de O Cortiço é devolvido para biblioteca depois de 20 anos
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Exemplar de O Cortiço é devolvido para biblioteca depois de 20 anos

O Cortiço, de Aluísio Azevedo, é um clássico da literatura brasileira. Publicado em 1890, o romance fala sobre as péssimas condições de vida dos moradores dos cortiços cariocas do final do século XIX. O proprietário do cortiço da história, João Romão, também é dono de uma pedreira e de uma venda. E foi numa venda, em 2020, que o livro desaparecido foi encontrado depois de duas décadas.

Quem nunca esqueceu de devolver um livro para a biblioteca, não é mesmo? Na Biblioteca Municipal de Pedro Leopoldo, na Região Metropolitana de Belo Horizonte, por exemplo, o tempo máximo de empréstimo é de uma semana. Mas o exemplar de um clássico da literatura brasileira, emprestado em novembro de 1998, só foi devolvido no início de julho deste ano.

O Cortiço, de Aluísio Azevedo, é um clássico da literatura brasileira. Publicado em 1890, o romance fala sobre as péssimas condições de vida dos moradores dos cortiços cariocas do final do século XIX. O proprietário do cortiço da história, João Romão, também é dono de uma pedreira e de uma venda. E foi numa venda, em 2020, que o livro desaparecido foi encontrado depois de duas décadas.

Quem encontrou o livro desaparecido foi Sérgio Coutinho, de 69 anos. O exemplar de O Cortiço estava sobre o balcão numa venda no distrito de Casa Branca, em Brumadinho, região metropolitana de Belo Horizonte, à disposição para quem quisesse ler. Curioso, olhou para a ficha colada na contracapa do livro e descobriu que ele tinha dono.

Com o apoio do amigo Antônio Galvão, os dois decidiram entregar o livro para a Biblioteca Dona Sinhazinha Caldas, de Pedro Leopoldo, a 80 quilômetros de onde o exemplar foi encontrado. “Ele [Sérgio Coutinho] sabe que eu gosto muito de literatura, pegou o livro, começou a ler e quis saber a história por trás dele. Identificou que era da biblioteca de Pedro Leopoldo, emprestado em 1998, e me ligou dizendo: ‘Vamos fazer uma empreitada cultural, vamos devolver o livro à biblioteca’”, disse Antônio Galvão em entrevista ao site G1.

A dupla entrou em contato com as autoridades do município vizinho e marcaram a data para devolução do livro. Por ter sido emprestado há muito tempo, a Biblioteca Dona Sinhazinha Caldas não tem mais o registro de quem realizou o empréstimo do exemplar. Uma foto registrou o momento em que o livro foi devolvido para a biblioteca.

A dupla entrou em contato com as autoridades do município vizinho e marcaram a data para devolução do livro. Por ter sido emprestado há muito tempo, a Biblioteca Dona Sinhazinha Caldas não tem mais o registro de quem realizou o empréstimo do exemplar. Uma foto registrou o momento em que o livro foi devolvido para a biblioteca.

Devido a pandemia causada pelo novo coronavírus, o prédio da biblioteca está fechado e apena alguns funcionários permanecem no local realizando trabalhos administrativos, de processamento e catalogação dos livros. Antes de voltar a ficar disponível para novos empréstimos, o exemplar de O Cortiço ficará em quarentena, separado dos demais livros, por 15 dias, seguindo o protocolo estabelecido pelo Sistema Estadual de Bibliotecas Públicas de Minas Gerais.

Devido a pandemia causada pelo novo coronavírus, o prédio da biblioteca está fechado e apena alguns funcionários permanecem no local realizando trabalhos administrativos, de processamento e catalogação dos livros. Antes de voltar a ficar disponível para novos empréstimos, o exemplar de O Cortiço ficará em quarentena, separado dos demais livros, por 15 dias, seguindo o protocolo estabelecido pelo Sistema Estadual de Bibliotecas Públicas de Minas Gerais.



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