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Influência da Terra explica existência de ferrugem na Lua

As descobertas astronômicas estão cada vez mais frequentes. Dessa vez, pesquisadores do Jet Propulsion Laboratory (Laboratório de Propulsão a Jato, em inglês) da Nasa e de outras universidades anunciaram no início deste mês que encontraram hematita, uma forma de óxido de ferro, nas regiões polares da Lua. A descoberta é surpreendente pois este óxido requer a presença de água líquida e oxigênio para se formar.

O anúncio da descoberta é uma parceria entre a agência espacial norte-americana com universidades dos Estados Unidos. Segundo os cientistas envolvidos na pesquisa, que utilizou amostras lunares trazidas à Terra pelas missões Apollo, a oxidação do ferro na Lua tem interferência direta do oxigênio da Terra, pois nosso satélite natural não tem atmosfera.

O anúncio da descoberta é uma parceria entre a agência espacial norte-americana com universidades dos Estados Unidos. Segundo os cientistas envolvidos na pesquisa, que utilizou amostras lunares trazidas à Terra pelas missões Apollo, a oxidação do ferro na Lua tem interferência direta do oxigênio da Terra, pois nosso satélite natural não tem atmosfera.

Segundo o pesquisador assistente do Instituto de Geofísica e Planetologia do Havaí, Shuai Li, “mais hematitas no lado lunar mais próximo sugere que a oxidação pode estar relacionada à Terra”. Essa constatação, segundo Li, lembra uma descoberta feita pela missão lunar japonesa Kaguya, lançada em 2007, de que “o oxigênio da atmosfera da Terra pode ser transportado para a superfície lunar pelo vento solar quando a Lua está na cauda magnética da Terra”.

Os pesquisadores envolvidos no estudo também encontraram hematita no lado oposto da Lua, área que não recebe necessariamente oxigênio da Terra. Sobre esta descoberta, Li diz que “as partículas de poeira interplanetária que tendem a chegar à Lua podem liberar essas moléculas de água na superfície e misturá-las com o ferro lunar”. Já a pesquisadora Vivian Sun, do Laboratório de Propulsão a Jato da Nasa, diz que “esses resultados indicam que processos químicos complexos ocorrem em nosso sistema solar mais do que eram reconhecidos anteriormente”.

Descobertas astronômicas

Recentemente registramos aqui no blog da Traduzca outra importante descoberta astronômica. Um grupo de cientistas de universidades dos Estados Unidos, Reino Unido e Japão anunciou a descoberta de uma pequena molécula, invisível a olha nu, chamada fosfina, nas nuvens de Vênus que – segundo relatos – pode indicar a existência de vida no planeta mais próximo da Terra.



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