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Manuscritos de Leonardo da Vinci são digitalizados pela British Library

No final do ano, em função da celebração dos 500 anos da morte de Leonardo da Vinci, a British Library, do Reino Unido, digitalizou um caderno inédito do gênio italiano. Intitulado “Codex Arundel”, o livro conta com 570 imagens em alta definição, desenhos, diagramas, artigos e pequenos textos, nos quais o gênio aborda assuntos como ciência e arte, além de trazer notas pessoais. Agora, em qualquer lugar do mundo, qualquer pessoa pode acessar os manuscritos, a fim de ler e admirar a genialidade de um dos maiores nomes da história da humanidade.

Em 2019, o mundo celebrou os 500 anos de morte de Leonardo da Vinci. Com exibições em vários países, como França, Itália e Inglaterra, a arte e o conhecimento do gênio italiano – criador da Mona Lisa, do Homem Vitruviano e da Última Ceia – foram vistos por milhares de pessoas. No Brasil, por exemplo, o novo espaço MIS Experience, em São Paulo, inaugurou com uma exposição imersiva em sua homenagem, que ficará em cartaz até março deste ano.

Segundo o jornal inglês The Guardian, as 570 páginas digitalizadas pela British Library são “um registro vivo de uma mente universal”. O material foi guardado por Francesco Melzi, um dos alunos de Da Vinci. Após sua morte, os herdeiros de Melzi não sabiam da importância do caderno e descartaram parte do material, que ficou escondido por anos. O caderno pode ser acessado na íntegra pelo site da biblioteca. Além disso, também é possível fazer o download das suas páginas, clicando nelas e selecionando a opção “salvar imagem como”.

A British Library é a Biblioteca Nacional do Reino Unido. Considerada uma das maiores do mundo, ela conta com um acervo de aproximadamente 150 milhões de itens, como livros, mapas, jornais, partituras, patentes, manuscritos e selos. A instituição recebe quase três milhões de materiais novos a cada ano, e preserva itens históricos da humanidade, como o caderno de Leonardo da Vinci, a Carta Magna de 1215 (que limitou o poder dos monarcas da Inglaterra) e a gravação do discurso experimental de Nelson Mandela. Além disso, ela conta com 310 mil volumes de manuscritos (que vão de Jane Austen a James Joyce, de Händel a The Beatles), com mais de 260 mil títulos de jornais e com mais de quatro milhões de mapas.



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