Museu dedicado à felicidade é inaugurado em Copenhague, na Dinamarca
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Museu dedicado à felicidade é inaugurado em Copenhague, na Dinamarca

Um museu destinado à felicidade. Essa é a proposta do novo espaço inaugurado no último dia 14 de julho em Copenhague, capital da Dinamarca. O país europeu sempre aparece nas primeiras posições em rankings de nações mais felizes do mundo e agora dedica um lugar exclusivo para divulgar o “segredo” do país para ser tão alegre.

O novo museu, localizado no subsolo de um prédio no centro histórico de Copenhague, tem 240m² e, por enquanto, pode receber apenas 25 visitantes por vez. O diretor do espaço, Meik Wiking, explica que a ideia surgiu pois “não tínhamos um lugar onde pudéssemos revelar nossa felicidade”. O Happiness Museum (Museu da Felicidade, na versão em português) foi desenvolvido pelo The Happiness Research Institute (Instituto de Pesquisa em Felicidade, na versão em português).

Um museu destinado à felicidade. Essa é a proposta do novo espaço inaugurado no último dia 14 de julho em Copenhague, capital da Dinamarca. O país europeu sempre aparece nas primeiras posições em rankings de nações mais felizes do mundo e agora dedica um lugar exclusivo para divulgar o “segredo” do país para ser tão alegre.

Meik Wiking, que também é diretor de uma entidade que pesquisa a felicidade na Dinamarca, disse em entrevista à Folha que “quando as pessoas ouviam sobre nosso trabalho, elas costumavam pensar que sentávamos com cachorros, tomávamos chocolate quente e ficávamos confortáveis o dia todo”, acrescentando que o museu foi criado “para que as pessoas entendam mais sobre a questão”.

Dentro do museu é possível conhecer a história da felicidade, as políticas da felicidade, a anatomia dos sorrisos e descobrir por que os países nórdicos são considerados os mais felizes do mundo. Entre os itens em exposição estão vídeos históricos que explicam a felicidade e objetos enviados por pessoas de vários países.

Meik Wiking, que também é diretor de uma entidade que pesquisa a felicidade na Dinamarca, disse em entrevista à Folha que "quando as pessoas ouviam sobre nosso trabalho, elas costumavam pensar que sentávamos com cachorros, tomávamos chocolate quente e ficávamos confortáveis o dia todo", acrescentando que o museu foi criado "para que as pessoas entendam mais sobre a questão".

Uma brasileira, por exemplo, doou para o museu um desenho feito pelo filho, onde se lê “eu te amo” em formato de coração, enquanto uma francesa enviou o inalador de ar usado pela filha, que não foi mais utilizado após a mudança da família para a Dinamarca, onde a poluição do ar é menor. Todos os objetos são sinônimos de felicidade.

Pesquisas indicam que a população dos países nórdicos são as pessoas mais felizes do mundo, mas Wiking diz que “as pessoas da América do Sul, como os brasileiros, são mais sorridentes que os dinamarqueses e os europeus em geral”.

Uma brasileira, por exemplo, doou para o museu um desenho feito pelo filho, onde se lê "eu te amo" em formato de coração, enquanto uma francesa enviou o inalador de ar usado pela filha, que não foi mais utilizado após a mudança da família para a Dinamarca, onde a poluição do ar é menor. Todos os objetos são sinônimos de felicidade.



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