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Países fecham fronteiras para evitar o aumento de casos do novo coronavírus

A pandemia causada pelo novo coronavírus (COVID-19) tem causado apreensão em todo o mundo. Por ser uma doença nova, descoberta em dezembro de 2019, ainda estamos produzindo conhecimento sobre os sintomas, causas, efeitos e consequências, ao mesmo tempo em que combatemos a disseminação do vírus nos continentes. Dentre as soluções encontradas até o momento, duas são simples e disponíveis para grande parte da população: lavar as mãos com água e sabão e isolamento social. Órgãos de saúde do mundo todo recomendam que as pessoas fiquem em suas casas e evitem locais e eventos com grande movimentação, como shoppings e shows. Alguns países, no entanto, estão adotando ações mais extremas, como o fechamento das fronteiras.

Quando ainda era uma epidemia, o governo chinês decidiu isolar a cidade de Wuhan, localidade onde a doença foi identificada e os primeiros casos foram registrados. A medida não foi adotada a tempo e o novo coronavírus logo se espalhou para outras províncias chinesas, países asiáticos e europeus. Quando o COVID-19 chegou à Europa, o número de novos casos cresceu rapidamente, levando alguns países a fecharem suas fronteiras para que estrangeiros e cidadãos locais não transportem o vírus para outros locais.

Nos últimos dias, países da Europa e da América do Sul também anunciaram o fechamento de fronteiras na tentativa de conter a pandemia do novo coronavírus. Na União Europeia, as 27 nações que compõem o bloco, além de mais outras quatro que completam a zona de Schengen, decidiram suspender o fluxo de turistas entre os países. Algumas exceções serão concedidas a residentes de cada país e familiares diretos, profissionais de saúde, cientistas e diplomatas em casos de emergência. Na América do Sul, o primeiro país a adotar medidas semelhantes foi a Argentina. O Brasil e outras nações sul-americanas não tomaram decisões sobre este assunto até o momento.

Entenda o que está acontecendo

O COVID-19, popularmente conhecido como novo coronavírus, teve os primeiros casos identificados na cidade de Wuhan, capital da província de Hubei, na China, ainda em 2019. A doença, altamente infecciosa, começou como um surto local e logo se espalhou para outras localidades chinesas, transformando-se em uma epidemia. Com o fluxo de pessoas, o vírus foi levado a outros países, aumentando número de pessoas contagiadas rapidamente. Com o registro de casos em todos os continentes, a Organização Mundial da Saúde declarou no último dia 11 de março que o mundo está passando por uma pandemia de COVID-19. Órgãos de vários países, inclusive do Brasil, recomendam lavar as mãos com água e sabão como a principal medida de prevenção ao novo coronavírus. Além disso, também é indicado o uso de álcool em gel 70% e evitar levar as mãos aos olhos, nariz e boca.



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