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Paz e amor: Woodstock Music & Art Fair completa 50 anos

Um grande evento de paz e música, com três dias de duração, em uma fazenda ao norte de Nova York. Essa foi a proposta inicial do Woodstock Music & Art Fair, um marco na história da cultura mundial, em 1969. O início do festival, organizado para receber 75 mil pessoas, completa 50 anos nesta quinta-feira, dia 15 de agosto. E como na Internet este dia da semana é marcado por lembranças, hoje o blog da Traduzca conta alguns detalhes deste grande evento que ficou marcado na história.

A ideia de criar o Woodstock Music & Art Fair surgiu para servir como o encerramento de uma década marcada por manifestações violentas no mundo e pela Guerra do Vietnã, que vitimou centenas de milhares de pessoas. Criado pelos quatro amigos John Roberts, Joel Rosenman, Michael Lang e Artie Kornfeld, todos na casa dos 20 e poucos anos, o festival tinha como objetivo proporcionar um momento de paz e amor com música de qualidade para que todos pudessem aproveitar ao máximo. O ingresso de US$ 18 dava acesso a um line-up repleto de artistas que viraram lendas, como Santana, Jimi Hendrix, The Who, Creedence Clearwater Revival, Nash & Young, entre muitos outros.

A fazenda Bethel, localizada a 70km da cidade de Woodstock, foi o palco do evento que acabou chamado de “fim de semana idílico”. O indiano mestre da yoga Sri Swami Satchidananda abriu o festival dando o tom do que aconteceria nas próximas horas e dias, dizendo estar “feliz de ter todos os jovens dos Estados Unidos reunidos aqui em nome dessa arte que é a música”, seguido pelo mantra “Om” emitido pela multidão que aguardava o show de Richie Havens, que foi colocado como primeira atração depois que a banda Sweetwater foi parada pela polícia a caminho do Woodstock Music & Art Fair. Os recorrentes atrasos não afastaram o público presente na fazenda. Jimi Hendrix, por exemplo, última atração do festival, só conseguiu subir ao palco às 8:30 da manhã de segunda-feira.

Passados 50 anos da marcante data, participantes do festival se dizem orgulhosos de terem vivido aquele momento no Woodstock Music & Art Fair. Em uma entrevista à agência de notícias France Press, Annie Birch, hoje com 70 anos, diz que “apesar da chuva que não parava, a gente tinha um fogo impressionante que nunca se apagava. Todos aqueles grupos se tornaram míticos. Foi lendário”.



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