Pergaminho chinês escrito por Mao Tsé Tung é roubado e cortado ao meio
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Pergaminho chinês escrito por Mao Tsé Tung é roubado e cortado ao meio

Além de museus e galerias de arte, muitas obras e objetos com grande valor histórico são preservados por colecionadores de arte. Na China, um dos mais conhecidos colecionadores de arte revolucionária e selos do país é Fu Chunxiao. Ele teve sua casa invadida por três ladrões no início de setembro. Entre os itens roubados está um pergaminho escrito e assinado pelo líder comunista chinês Mao Tsé Tung, que foi cortado ao meio e vendido por uma fração do seu valor real.

Além de museus e galerias de arte, muitas obras e objetos com grande valor histórico são preservados por colecionadores de arte. Na China, um dos mais conhecidos colecionadores de arte revolucionária e selos do país é Fu Chunxiao. Ele teve sua casa invadida por três ladrões no início de setembro. Entre os itens roubados está um pergaminho escrito e assinado pelo líder comunista chinês Mao Tsé Tung, que foi cortado ao meio e vendido por uma fração do seu valor real.
Pergaminho escrito e assinado por Mao Tsé Tung foi cortado ao meio e vendido por uma fração do seu valor real.

O pergaminho, que tem 2,8 m de comprimento, contém estrofes de poesias manuscritas pelo fundador da República Popular da China. O objeto, roubado da casa do colecionador chinês, é avaliado em US$ 300 milhões, o equivalente a R$ 1,6 bilhão, aproximadamente. Em contato com o site BBC News, Chunxiao diz que o valor da obra foi “definitivamente afetado”, e que “foi de partir o coração vê-lo dividido em dois”. O objeto foi entregue à polícia local por um homem que afirma ter comprado a peça por US$ 64, cerca de R$ 360.

Além do pergaminho escrito por Mao Tsé Tung, os ladrões também levaram selos antigos, moedas de cobre e outras peças de caligrafia de Mao, em chinês. Segundo o proprietário das peças roubadas, seu prejuízo total é estimado em US$ 645 milhões, cerca de R$ 3,6 bilhões. Sobre o pergaminho recuperado, a polícia acredita que o tamanho do documento, de quase três metros de comprimento, influenciou no corte feito pelos assaltantes.

Ladrões seguem foragidos

Em comunicado, o superintendente sênior da polícia de Hong Kong, Tony Ho, disse que “alguém achou que a caligrafia era muito longa. É difícil de mostrar e exibir, por isso que foi cortada ao meio”. A polícia local informou que um suspeito do roubo do pergaminho já foi preso, mas os outros dois envolvidos na invasão à casa do colecionador chinês ainda estão foragidos.



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