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Presente francês, conheça curiosidades sobre a Estátua da Liberdade

Símbolo da liberdade e de boas-vindas para turistas e imigrantes, uma figura feminina ergue uma tocha com o braço direito e segura uma tabuleta com a esquerda. Representando a deusa romana Libertas, a estátua A Liberdade Iluminando o Mundo foi entregue ao povo norte-americano há 133 anos. Conhecida como Estátua da Liberdade, o monumento é um presente da França aos Estados Unidos, sendo desde a sua construção um dos principais monumentos do mundo, visitado por milhões de pessoas todos os anos.

Projetada pelo escultor Frédéric Auguste Bartholdi e construída pelo engenheiro Gustave Eiffel, ambos franceses, a Estátua da Liberdade é muito mais que um monumento. Símbolo norte-americano, a estátua foi erguida no centro da Ilha da Liberdade, na Baía de Nova York, carregando uma série de significados. A tocha erguida com o braço direito representa a liberdade do povo, os sete raios que formam a coroa representam os sete continente e os sete mares do mundo e as 25 janelas na coroa simbolizam as joias encontradas no planeta. A tábua na mão esquerda traz o 4 de Julho de 1776 em algarismos romanos, data da independência do Estados Unidos, e aos pés da construção há uma corrente quebrada que simboliza o fim da escravidão.

Além de representativa, a Estátua da Liberdade também impressiona pelos números. O monumento está no Guinness Book, o livro dos recordes, como a estátua mais pesada do mundo, com aproximadamente 25 mil toneladas. A construção mede 92,99 metros de altura, sendo 46,50 metros da estátua, mais 46,49 metros do pedestal sobre o qual ela está localizada. Produzida em cobre, originalmente a estátua tinha o dourado com cor; entretanto, com a ação do tempo, a tonalidade verde azulada tomou conta da obra.

Inspirada na estátua grega do Colosso de Rodes, a Estátua da Liberdade ganhou o soneto “O Novo Colosso”, escrito pela poetisa Emma Lazarus em 1883, gravado em uma placa de bronze dentro da construção. O trecho mais famoso, usado em comemorações e lembranças, diz:

“Dê-me seus cansados,
Suas massas sedentas de ar puro,
Miseráveis nas costas entulhados.
Entregue-os para mim, os moribundos,
Minha luz mostrará o portão dourado”.



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