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Projeto de restauração da tumba de Tutancâmon é concluído

O longo processo de restauração da tumba de Tutancâmon chegou ao fim. O projeto, liderado pelo Instituto de Conservação Getty, dos Estados Unidos, tinha como missão estabilizar as pinturas das paredes do local e instalar um sistema de ventilação para reduzir os danos futuros. A obra, que levou quase dez anos para ser concluída, foi entregue para os visitantes na última semana.

Tutancâmon é um dos mais famosos faraós da história. Governante do Egito entre 1336–1327 a.C., faleceu com apenas 19 anos de idade, sem seu túmulo estar completamente pronto. Sua tumba foi encontrada no Vale dos Reis em 1922 pelo pesquisador inglês Howard Carter, que passou uma década removendo objetos do lugar.

A restauração da tumba de Tutancâmon foi dividida em três etapas. A primeira, iniciada em 2009 e concluída em 2011, consistiu em analisar as condições da lugar, os materiais usados na construção, as tintas das pinturas nas paredes e um diagnóstico dos motivos que levaram à deterioração tão rápida do local. O pesquisador Kent Weeks, integrante do Instituto Getty de Conservação, diz que “todos esses objetos precisam de proteção porque são os resultados de uma escavação que, pela própria definição de arqueologia, destruiu um sítio arqueológico no processo”.

Já a segunda, que também teve duração de dois anos, contou com testes e execução de métodos de conservação dos materiais, estrutura e desenhos da tumba, como passagens, sistema de ventilação e iluminação, sinalização e barreiras. Para finalizar, a terceira etapa do projeto consiste em divulgar o resultado do processo e promover a ideia de preservação do patrimônio histórico egípcio. Em comunicado, o ministro da Antiguidade do Egito, Zahi Hawass, diz que a “conservação e a preservação são importantes para o futuro e para que a herança dessa civilização possa viver para sempre”.