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Vacina de Oxford funciona contra Covid-19, revelam resultados preliminares

Uma ótima notícia tomou conta dos noticiários do mundo todo na manhã nesta segunda-feira, dia 20 de julho. Um artigo publicado na revista científica The Lancet aponta que uma vacina eficaz contra o novo coronavírus, produzida pela Universidade de Oxford, no Reino Unido, apresentou resultados positivos nos testes realizados. As conclusões, mesmo preliminares, já demonstram otimismo na sociedade científica.

Uma ótima notícia tomou conta dos noticiários do mundo todo na manhã nesta segunda-feira, dia 20 de julho. Um artigo publicado na revista científica The Lancet aponta que uma vacina eficaz contra o novo coronavírus, produzida pela Universidade de Oxford, no Reino Unido, apresentou resultados positivos nos testes realizados. As conclusões, mesmo preliminares, já demonstram otimismo na sociedade científica.

A vacina está sendo desenvolvida em parceria entre a universidade britânica e o laboratório sueco AstraZeneca e a fórmula está sendo testada no Brasil com apoio da Universidade Federal de São Paulo (Unifesp). Segundo a publicação divulgada nesta segunda-feira, os testes iniciais envolveram 1.077 pessoas e a vacina conseguiu estimular respostas imunológicas “potentes” a nível celular e humoral, se aplicada em dose dupla.

O líder do estudo, Andrew Pollard, da Universidade de Oxford, acredita “que os resultados indicam que o sistema imunológico se lembrará do (genoma do) vírus, ou seja, que nossa vacina protegerá as pessoas por um período prolongado”. Para que os testes sejam plenamente concluídos, são necessárias mais algumas etapas de pesquisas.

O líder do estudo, Andrew Pollard, da Universidade de Oxford, acredita "que os resultados indicam que o sistema imunológico se lembrará do (genoma do) vírus, ou seja, que nossa vacina protegerá as pessoas por um período prolongado". Para que os testes sejam plenamente concluídos, são necessárias mais algumas etapas de pesquisas.

Segundo a Organização Mundial da Saúde (OMS), a vacina desenvolvida pela Universidade de Oxford, chamada oficialmente de ChAdOx1 nCoV-19, é a “mais avançada” do mundo “em termos de desenvolvimento”. Além do Brasil, também há testes da fórmula na África do Sul e no Reino Unido; além disso, o grupo planeja realizar testes também nos Estados Unidos.

Em junho, o Ministério da Saúde anunciou uma parceria com a Universidade de Oxford para a produção de 30,4 milhões de doses da vacina pela Fiocruz, entre dezembro de 2020 e janeiro de 2021. No entanto, a produção será iniciada após a conclusão dos testes, certificando que fórmula é realmente eficaz contra o novo coronavírus.

Em junho, o Ministério da Saúde anunciou uma parceria com a Universidade de Oxford para a produção de 30,4 milhões de doses da vacina pela Fiocruz, entre dezembro de 2020 e janeiro de 2021. No entanto, a produção será iniciada após a conclusão dos testes, certificando que fórmula é realmente eficaz contra o novo coronavírus.

Chegaram hoje também ao Brasil as primeiras doses da vacina que está sendo produzida pelo laboratório chinês Sinovac Biotech com o Instituto Butantan, para a realização de testes. Segundo a Agência Nacional de Vigilância Sanitária (Anvisa), serão vacinados profissionais de saúde de São Paulo, Rio Grande do Sul, Minas Gerais, Paraná e Distrito Federal.



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