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Venda de livros físicos cresce nos Estados Unidos

Como você costuma colocar suas leituras em dia? O site PublishNews divulgou um estudo realizado pelo grupo PubMagNet, que pesquisa o mercado editorial no mundo todo. Em uma das reuniões do colegiado, que é formado por jornalistas e analistas da indústria global de livros, em Oslo, na Noruega, o mercado editorial norte-americano em 2017 foi analisado.

Como você costuma colocar suas leituras em dia? O site PublishNews divulgou um estudo realizado pelo grupo PubMagNet, que pesquisa o mercado editorial no mundo todo. Em uma das reuniões do colegiado, que é formado por jornalistas e analistas da indústria global de livros, em Oslo, na Noruega, o mercado editorial norte-americano em 2017 foi analisado.

De acordo com a pesquisa, nenhum título inédito conseguiu vender mais de um milhão de livros impressos nos 12 meses do último ano. Porém, na comparação com 2016, a venda de livros cresceu 1,9% no mesmo período. O Bookscan, ferramenta que monitora o mercado do país, ressaltou que 678,3 milhões de livros foram vendidos em 2017, contra 674,1 do ano anterior. Este crescimento de 1,9%, segundo especialistas, é uma tendência desde 2013.

Venda de livros físicos, nos Estados Unidos, cresce desde 2013.

Venda de livros físicos, nos Estados Unidos, cresce desde 2013.

Nos estilos literários, apenas ficção adulta registrou queda nas vendas, de aproximadamente 1% em 2017. Os livros mais vendidos no ano foram: Extraordinário, de R.J. Palacio e Outros Jeitos de Usar a Boca, de Rupi Kaur, publicados originalmente em 2012 e 2015, respectivamente. Outro destaque de 2017 é Diário de um Banana – Apertem os Cintos, com quase um milhão de cópias comercializadas.

Mas o estilo que caiu no gosto americano é o audiobook. O estudo da PubMagNet mostrou que o formato cresceu quase 25% em 2017. No sentido oposto, os e-books continuam em baixa. O segmento acumula baixas seguidas, e hoje corresponde a 20% do mercado editorial americano, enquanto os livros físicos ocupam os 80% restantes.